A palavra original grega mais frequentemente usada para se referir ao amor é ágape. Essa palavra refere-se ao amor desprovido de interesses, do tipo que se tem, ou se deve ter, por qualquer pessoa. É o tipo de amor que tem relação com caráter da própria pessoa e a motiva a amar (no sentindo de querer bem e agir em prol) até a seus próprios inimigos. É o amor que nos impele a fazer o bem sem importar a quem.
O amor deve ser a mais estimada de todas as coisas existentes. Esclareça-se que o amor, assim como os outros valores, são uma coisas, mas não algo concreto, palpável. Por sua própria natureza é inexaurível, jamis se esgota, sempre podemos amar mais e melhor.
O perigo é que do amor para o ódio, basta um passo, um escorregão (para ser mais precisa). Isto ocorre em virtude da bilateralidade dos valores, eles existem como moedas possuem duas faces: um valor e um desvalor. Portanto nunca diga que amor e ódio são diferentes, não eles são apenas opostos, pois os dois vem na mesma intensidade, roubam o espaço de tua mente, teu coração, mata-lhe com a vontade de ter a pessoa em tuas mãos; e com isso a diferença desses dois sentimentos é a INDIFERENÇA, onde a pessoa se quer consegue ocupar mais de 5 minutos com um individuo, não se importa se ele está vivo ou morto, nem sabe direito o nome da pessoa.
Uma brincadeira, ou não, mas resume o que fora dito à cima:
"O amor pergunta ao ódio:
- Por que me odeias tanto?
E o ódio responde-lhe:
- Porque um dia amei-te demais."

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